5.769 domicílios já foram visitados para o Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável

Já foram visitados 5.769 domicílios da capital para a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável (PDMUS). A pesquisa faz parte da fase de levantamento sobre a mobilidade urbana de Teresina, para que sejam alcançadas melhorias na locomoção, infraestrutura e transportes da cidade.

Até o momento, foram concluídas pesquisas em mais de 40 bairros da capital e nesta nova etapa serão visitados os bairros Promorar, Distrito Industrial, Areia, Santa Cruz, Angelim, Parque Jacinta, Piçarreira, Horto, Santa Lia, Recanto das Palmeiras, Jóquei, Santa Isabel, Noivos, São João, Lot. Jardim dos Pássaros, Recanto das Palmeiras, Redenção, São Sebastião, Parque Poti, Colorado, Vila Operária, Pirajá, Matinha, Marquês, Centro, Mafuá, São Joaquim, Nova Brasil, Itaperu, Matadouro, Alvorada, Acarapé, Olarias, Aeroporto e Pirajá.

O assessor técnico da Strans, Ricardo Freitas, pontua que durante o levantamento os pesquisadores estarão fardados e identificados. “Os pesquisadores estarão devidamente fardados com boné, camiseta, crachá e anotarão os dados em um tablet. Solicitamos que a população os receba e faça sua parte para a elaboração do Plano. Assim teremos dados reais das necessidades dos teresinenses no que diz respeito à mobilidade urbana”, solicita o assessor.

Para proporcionar mais segurança aos domicílios visitados, a população pode entrar em contato com a Ouvidoria da Strans para identificar o pesquisador no momento da visita, através dos números 0800 086 3122 e (86) 3122-7600.

Sobre o PDMUS

No Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável de Teresina (PDMUS) irão constar os objetivos, metas e ações a curto, médio e longo prazo para até 20 anos e serão incluídos alguns aspectos relativos às cidades que compõem a grande Teresina. O plano deve ser transformado em Lei aprovada pela Câmara de Vereadores.

O PDMUS vai priorizar o melhor aproveitamento das vias, redução de emissão de poluentes, de consumo de combustível e a otimização do sistema de transportes e trânsito.

 

Mobilidade Urbana em Teresina – a verdade

Está sendo concluída a implantação do Sistema de Transporte Público Coletivo Urbano de Passageiros, denominado Integra, com o Corredor Frei Serafim licitado, implantação das linhas interterminais em planejamento, e ajustes operacionais e de gestão em execução.

Tem-se notado muitas críticas ao sistema, o que é compreensível, afinal é a maior mudança ocorrida no funcionamento da cidade nos últimos tempos, em que se reorganizou completamente todo um modelo de transportes coletivos urbanos, passando de um sistema convencional exaurido para um modelo compatível com a Teresina atual, e uma mudança de grande porte sempre gera dificuldades de assimilação em sua fase inicial.

A partir de meados da década de 1990, o sistema anterior, composto por linhas radiais, circulares e diametrais, começou a dar sinais de exaustão, mostrando-se já incompatível com o crescimento acentuadamente horizontal da cidade em direção às bordas do seu perímetro urbano e com o crescimento da frota e motos, gerando-se congestionamentos. Em consequência, veio o contínuo aumento do custeio do serviço, e a queda na qualidade do atendimento, provocando-se um acentuado desgaste do setor de transportes coletivos junto à opinião pública. A seguir temos os problemas mais críticos do antigo sistema:

  • Linhas de bairros diferentes de uma mesma zona ficavam superpostas nos corredores, com os usuários observando vários ônibus de sua zona passarem sem poder pegá-los por não serem de seu bairro;
  • As viagens que atravessavam a cidade eram sempre pagas pelo duas vezes por sentido, por falta de integração;
  • As linhas circulares foram perdendo eficiência por aumentos seguidos na extensão de seus itinerários, por pressões de atendimento a novos núcleos habitacionais;
  • A frota passou a ser insuficiente, pois lentidão das viagens impedia o retorno dos ônibus aos terminais em tempo hábil para coletar mais passageiros, e o simples aumento de veículos nessas condições gerava ainda mais congestionamentos e lentidão no trânsito.

Difundiu-se muito na mídia e nos debates políticos a ideia de que a nossa tarifa era a mais cara do país – mesmo isto sendo desmentido cabalmente pela Strans, da falta de um sistema integrado, e da cobrança pela cobrança de realização de licitações como a solução para todos os problemas do sistema.

Ao longo deste período implementaram-se meios técnicos e gerenciais disponíveis para atenuar os problemas de confiabilidade do sistema (pontualidade, conforto e segurança) e pressão tarifária, e as administrações da PMT e da Strans sempre fizeram valer, em todos os meios possíveis de discussão sobre esta temática, a posição clara de que o real problema estava no cansaço do modelo em funcionamento, com a necessidade um grande projeto de reformulação do mesmo, adequando-o ao nosso contexto atual e futuro e promovendo os meios técnicos e legais para o seu funcionamento.

 

O sistema vigente foi amplamente discutido quando da realização da Agenda 2015, e então se concluiu pela necessidade da elaboração do Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana de Teresina, instrumento norteador das inovações de transportes e trânsito adequadas à nossa realidade, e fundamental para a obtenção de recursos capazes de alavancar grandes transformações nesta área, pois o Estatuto das Cidades exige sua elaboração para os centros urbanos com população acima de 500 mil habitantes.

 

A PMT tentou diversos meios para obtenção de recursos necessários à formulação do plano Diretor, estudo muito caro e exigível por lei, mas não havia linhas crédito disponível para o seu financiamento em condições razoáveis, optando-se por realizá-lo com recursos da contrapartida do Projeto Lagoas do Norte.

 

Concluído em 2008, o Plano Diretor de Transportes e Mobilidade Urbana de Teresina, definiu  o Sistema Integrado de Transporte Coletivo Urbano de Teresina, com funcionamento em rede tronco-alimentada, com linhas alimentadoras a partir dos bairros até os Terminais de Integração (02 por Zona Urbana), linhas troncais, a partir dos Terminais de Integração até as Estações de Transbordo da Área Central e linhas interterminais, ligando os diversos Terminais de Zona, sendo realizada a integração através de bilhete eletrônico. O novo conceito otimiza o atendimento a partir das seguintes inovações:

 

  • As linhas troncais e alimentadoras tem um percurso mais curto, permitindo um retorno mais rápido aos terminais e reiniciando a operação;
  • As linhas troncais tem sua operação facilitada pelas faixas exclusivas nos corredores, circulando com muita rapidez;
  • O sistema permite o deslocamento ágil dos usuários para todas a zonas da cidade, com uso da integração e o uso de veículos e estações de embarque com ar condicionado;
  • A otimização operacional permite um alívio nos custos, de modo que as tarifas sejam mais compatíveis com a qualidade do atendimento;
  • A gestão do sistema traz inovações como o gerenciamento da frota por GPS, informações on-line aos usuários e avaliação de desempenho das empresas operadoras.

 

Foram implantadas oportunamente medidas capazes de facilitar a implantação do Sistema Integrado de Transporte Coletivos Urbanos em Teresina (mudança da posição das catracas, bilhetagem eletrônica, padronização visual da frota), de modo a agilizar e facilitar os procedimentos necessários à sua implantação completa e reduzir os impactos junto aos usuários da nova sistemática de operação, com o cuidado de se evitar ações açodadas que causaram grandes transtornos em outros locais. Tudo isso em um contexto de fortes resistências de ordem política ao propósito de implantar o Sistema Integrado de Transportes Coletivos de Teresina, mesmo sendo o processo conduzido de forma amplamente participativa.

 

Com recursos obtidos junto ao programa PAC 2 Mobilidade – Grandes Cidades, a PMT realizou as obras estruturantes necessárias, como a construção dos Terminais de Integração, dos Corredores das linhas troncais e da Ponte Anselmo Dias, cumprindo o cronograma de obras com razoável pontualidade e sendo inclusive citada como a cidade mais ágil neste sentido pelo próprio órgão financiador (Caixa).

 

Em paralelo, a PMT desencadeou o processo de licitação do novo sistema, com o edital prevendo a implantação do sistema em transição do sistema anterior para o novo, enquanto as obras sejam plenamente construídas. Atualmente apenas a Zona Norte não está com a integração completada, com previsão de implantação para o primeiro semestre de 2020.

Vale lembrar que a implantação do sistema Integra serviu de base para a implantação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial – PDOT, como o objetivo de adensamento do espaço urbano, processo em que deverá haver estímulo ao uso do solo com atividades residenciais, comerciais e de serviços ao longo dos corredores de transporte e no entorno dos Terminais de Integração, otimizando-se o funcionamento da cidade a médio e longo prazo.

 

Ricardo Freitas

Assessor técnico da Strans

10 de março de 2020

Consultas públicas sobre transportes serão realizadas de 9 a 11 deste mês

 

 

Foto: Renato Bezerra

Continuam as ações para a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável de Teresina (PDMUS). As consultas públicas iniciam na próxima segunda-feira (9), às 9h, no auditório do Sebrae, centro de Teresina, com a participação do prefeito Firmino Filho.

As audiências prosseguem até o dia 11 e abordarão temas como trânsito e sistema viário, transporte público urbano, transporte ativo (pedestres e ciclistas), transporte rural, intermunicipal e interestadual e sobre sustentabilidade (econômica, ambiental e social).

O Plano Diretor está sendo desenvolvido por meio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) e será o principal instrumento de planejamento dos sistemas de circulação e transporte de Teresina pelos próximos anos.

O assessor técnico da Strans, Ricardo Freitas, explica que é nessa fase de consultas públicas que se coletam manifestações da população. “Nesta etapa, as pessoas serão ouvidas sobre vários aspectos do trânsito e sistema viário de Teresina. O Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável de Teresina tem três fases que são o diagnóstico, prognóstico e a elaboração de propostas”, destaca.

Com a participação da população já foram realizadas duas pesquisas, uma nas residências em todas as zonas da cidade e outra nos terminais de integração com os usuários dos transportes públicos.

Programação das audiências

09/12 – Às 9h abertura.

09/12 – 14h às 17h – Transporte Público.

10/12 – 9h às 12h – Trânsito e sistema viário.

10/12 – 14h às 17h – Transporte ativo ( pedestres e ciclistas).

11/12 – 9h às 12h – Transporte rural, intermunicipal e interestadual.

11/12 – 14h às 17h – Sustentabilidade ( econômica, ambiental e social).

Usuários de ônibus respondem pesquisa do Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável

Está sendo priorizada a participação dos usuários de transportes coletivos de Teresina para a elaboração do novo Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável (PDMUS), que começou a ser elaborado pela Prefeitura de Teresina.

Durante esta semana pesquisadores estão em todos os terminais para ouvir os usuários sobre a origem e destino dos deslocamentos em ônibus. Nesta quinta-feira, 28, a pesquisa acontece no Terminal Itararé e na sexta-feira, 29, no Terminal Livramento, ambos na zona Sudeste.

O objetivo da pesquisa é coletar dados quanto às origens e destinos dos usuários de transporte coletivo, número e locais de transferências e motivo de viagem. Uma atenção especial está sendo dada ao conhecimento das demandas dos usuários com deficiência ou mobilidade reduzida, como idosos, obesos e gestantes.

O assessor técnico da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), Ricardo Freitas, ressalta que com a análise dos dados das pesquisas serão elaboradas propostas para o novo Plano Diretor. “Com esses dados serão elaborados os diagnósticos dos deslocamentos dos usuários de transportes coletivos a fim de elaborar as propostas de melhorias do sistema de transporte público”, diz.

Uma segunda pesquisa está sendo realizada esta semana com a contagem volumétrica classificada. Nessa pesquisa são contados os veículos que circulam em algumas vias, o objetivo é ter um conhecimento geral da circulação e dos níveis de serviço do trânsito nas vias mais significativas do sistema viário de Teresina.

Com os dados poderão ser avaliados o grau de saturação do sistema viário, identificar os pontos críticos e definir as áreas que necessitam de intervenções. Uma outra pesquisa foi realizada em domicílios, em outubro passado, para identificar os hábitos e necessidades das pessoas de uma mesma família em relação aos meios de transporte que utilizam.

Sobre o PDMUS

No Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável de Teresina (PDMUS) irão constar os objetivos, metas e ações a curto, médio e longo prazo para até 20 anos e serão incluídos alguns aspectos relativos às cidades que compõem a grande Teresina. O Plano deve ser transformado em Lei aprovado pela Câmara de Vereadores.

O PDMUS vai priorizar o melhor aproveitamento das vias, redução de emissão de poluentes, de consumo de combustível e a otimização do sistema de transportes e trânsito.

Vagas são oferecidas para pesquisador do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Teresina

Teresina terá novo Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável e para executar pesquisas de campo serão recrutadas cerca de 80 pessoas pelo consórcio Congremat/ Certare. Esse consórcio venceu a licitação realizada pela Prefeitura de Teresina para a execução do Plano Diretor.

Os requisitos para os candidatos são ter o ensino médio completo, ser maior de 18 anos e ter disponibilidade de horários nos turnos manhã e tarde. Os interessados devem enviar currículo até a próxima sexta-feira, 18, para o e-mail  mobilidadeteresina@gmail.com. Os selecionados terão contrato temporário e o salário é a combinar. Outras informações sobre o processo serão fornecidas apenas no momento da seleção e a responsabilidade pela contratação é do consórcio Concremat/Certare.

Os candidatos selecionados receberão treinamento nos dias 17, 18 e 19 próximos para que possam realizar as entrevistas dentro dos padrões de qualidade estabelecidos pela empresa. Consta como diferencial para a seleção residir em Teresina e ter carteira de habilitação categoria B.

Elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável

O Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável de Teresina (PDMUS) está sendo elaborado para que a cidade tenha o planejamento dos sistemas de circulação e transporte de pessoas e cargas. Esse plano tem enfoque no conforto à população em sua locomoção e na sustentabilidade nas dimensões ambientais, sociais e econômicas.

O plano que deve ser elaborado no prazo de um ano terá pesquisas com a população e audiências públicas e terá metas a curto, médio e longo prazo visando a melhoria da mobilidade urbana.

Novos abrigos para passageiros são implantados na Avenida João XXIII

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) está implantando, inicialmente, ao longo da Avenida João XXIII, na zona Leste da cidade, novos abrigos para passageiros. O novo mobiliário urbano irá proporcionar mais segurança para os usuários dos transportes públicos e para os ciclistas que poderão circular pela ciclofaixa que ficará por trás do abrigo.

De acordo com o diretor de Trânsito e Sistema viário da Strans, José Falcão, esses novos abrigos fazem parte do novo sistema de transportes públicos que está sendo implementado na cidade. “Estamos implantando o novo abrigo na área que era acostamento na Avenida João XXIII, no sentido Leste-Oeste, ou seja, no sentido bairro-centro, e por trás do abrigo serão colocadas ciclofaixas. Então, onde hoje visualizamos acostamento estará sendo a partir da próxima semana ciclofaixa. Desta forma, o ciclista terá um espaço dedicado para fazer uso da sua bicicleta e se deslocar com maior segurança na via”, explicou o diretor.

O diretor reforça que a medida também irá evitar problemas no momento em que o passageiro estiver descendo do ônibus para acessar o abrigo, pois muitas vezes acontece conflito com o ciclista que está na ciclofaixa. “Esse tipo de abrigo já foi implantado em outras cidades do Brasil, e em todos os locais tem funcionado muito bem. Temos um abrigo para passageiros nesse modelo na Avenida Maranhão, próximo a Avenida Campos Sales”, enfatizou.

Falcão reforça que apesar do local ser uma BR, por se tratar de um trecho urbano, o DNIT autorizou que fosse feita a intervenção. “Conversamos com o pessoal do DNIT que nos autorizou a fazer a implantação do abrigo. A expectativa é que até o final do mês a novo abrigo esteja em funcionamento. Além da Avenida João XXIII serão implantados esses novos abrigos em outras avenidas da cidade”, finalizou.

Strans implanta novo semáforo na zona Leste

Com o objetivo de reordenar o fluxo de veículos no cruzamento das avenidas Kennedy com a Avenida  Vilmary, na zona Leste da cidade, a Prefeitura de Teresina por meio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) vai instalar, em breve, um semáforo neste local.

Após a instalação do semáforo, o condutor que vier na Avenida Vilmary poderá seguir em frente, dobrar à esquerda e direita. Já os condutores que vierem na Avenida Presidente Kennedy somente poderão seguir em frente ou dobrar à direita.
De acordo com o Diretor de Trânsito e Sistema Viário da Strans, José Falcão,a intervenção foi necessária por conta da construção de uma escola na área, o que trouxe para o local um grande número de veículos. “Fizemos o projeto e executamos em parceria com os responsáveis pela escola. Logo após a implantação do semáforo o retorno que fica em frente ao Hiper Bompreço será fechado”, explicou.
Falcão reforça que na primeira semana da implantação do semáforo os agentes de trânsito estarão no local para orientar os condutores sobre o novo funcionamento da via pública. “A cidade está crescendo e com isso sendo criados novos polos geradores de tráfego, o que faz com que sejam necessários algumas mudanças na circulação dos veículos”, finalizou.